Enquanto isso vários homens me comiam pelo olhar, alguns hipenotizados, um em particular me chamou a atenção, ele era negro com olhar tranquilo parecia muito seguro com o que tinha no meio das pernas imaginava eu, rsrsrs, assim que fiquei mais relaxada nos dirigimos para área do glory hole. Falei para meu maridinho "Lembra do nosso acordo, querido? Quero um pau bem grosso pra chamar para dentro da nossa cabine!!!E você vai ver ele me comendo bem gostoso na sua frente "Ele concordou com olhar de safado! E falou: "Seu desejo é uma ordem meu amor!".Logo em seguida entramos na cabine 8 e através do buraco na divisória vislumbrei o um lindo pau negro grosso escuro como "chocolate amargo" adentrando pelo buraco da cabine,

Minha vagina se contraiu instantâneamente. Antes que meu marido falasse algo, bati duas vezes na madeira compensada e falei "Junte-se a nós", sussurrei ao desconhecido rapaz negro ao lado, eu já estava sentindo minha calcinha repentinamente encharcada. Então o rapaz negro que hora momentos atráz havia o visto no bar que com olhar respeitoso e discreto e penetrante entrou em nosso espaço, exalando um cheiro delicioso de seu perfume. Ajoelhei-me novamente e seu membro balançou a centímetros do meu rosto, brilhando com a saliva que minutos atrás havia deixado no seu lindo mastro negro.
Então coloquei a camisinha que quase não coube por toda sua extensão peniana!

Meu marido ficou paralisado os olhos arregalados enquanto as mãos másculas empurravam meu sutiã de renda para baixo e o mesmo acarisiave meus seios e os apertava delicadamente, até ele dirigir seus lábios aos meus mamilos já ponteagudos e excitados, mamou meus seios com tanta vontade como se fosse um bezzero que acabara de nascer. "Será que você está pronta para isso, princesinha?", falou susurrando ao meu ouvido. Me abaixei e novamente girei minha lingua em torno de sua glande, sentindo o gosto do seu pau negro, ele gemeu dizendo "Continua sua safadinha!".
Meus joelhos estavam no chão e a penetração profunda na minha boca fez minha mandíbula doer — a grossura dele esticou meus lábios ao máximo. O suspiro sufocado do meu marido tornou-se ruído de fundo quando o rapaz Negro me puxou pelos cabelos e falou "Vire-se, princesa!."
Ele levantou minha saia e com os dedos foi tirando minha calcinha úmida para para sondar minha fendinha rosinha, espantado mais uma vez disse: "Meu Deus, você está pingando". Meus seios se chocaram contra a madeira compensada enquanto a glande dele roçava minha entradinha me provocando, até que derepente uma penetração brutal me roubou o fôlego.

Até que derepente uma penetração brutal me roubou o fôlego.

Cada estocada martelava meu colo do útero, o suor escorrendo entre nós enquanto minhas nádegas sedentas batiam em seus quadris com força. Por cima do meu ombro, eu vi meu marido acariciando a sua ereção por cima da sua calça, hipnotizado pelos testículos do rapaz negro batendo no meu clitóris. Quando o rapaz negro me ergueu completamente do chão e me colocando no seu colo penetrou ainda mais fundo, meu grito ecoou pelos buracos da divisória. Ele impulsionou-se para cima — penetrando fundo a ponto de alargar cada vez mais as paredes da minha vagina já húmida e molhada que pinga ao chão fluídos de prazer, enquanto meu marido se contorcia freneticamente.
O rugido do rapaz vibrou contra meus ouvidos quando ele gozou; torrentes de sêmen pintaram a camisinha de branco enquanto meu próprio orgasmo me atingia em cheio.

Desabamos tremendo e o pênis dele foi saindo lentamente já amolecido que ainda pulsavam as veias, enquanto isso minha vagina aberta escorregando e pingando gotas de prazer ao chão. Com mão trêmula meu marido tocou o ombro do rapaz negro e disse "Obrigado", ele sussurrou.

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