A história da Éricka Gabriely — coragem, verdade e transformação
Oi, meus amores… hoje eu quero relatar pra vocês a linda história que foi contada no PodCast do canal PodLiberal da minha amiga Marcia Emy, história esta comovente e insperadora de uma pessoa muito especial pra nós: a minha amiga Éricka Gabriely.
E já vou avisando: não é só uma história de transição… é uma história de coragem, dor, decisão e, principalmente, de amor próprio e auto estima.
A Éricka sempre existiu
Uma coisa que me marcou muito quando assisti o podcast foi quando a Ericka disse:
"a Éricka sempre existiu."
Desde criança, ela já era uma pessoa mais delicada, mais afeminada… e, como muitas pessoas passam, ela sofreu muito por isso. Foi julgada, perseguida e até agredida.
Mas o maior desafio não era só o preconceito, era o medo.
Medo da família, da sociedade, da igreja… medo de não ser aceita.
E por muitos anos, isso fez com que ela deixasse de viver quem realmente era.
A decisão veio mais tarde — mas veio com tudo
Diferente de muitas pessoas que começam cedo, a Éricka iniciou a transição mais tarde, já adulta.
E não foi por falta de vontade, foi por falta de coragem mesmo, como ela mesma diz no podcast.
Ela até tentou outras vezes, começou e parou algumas vezes… até que chegou um momento decisivo na vida dela:
“Ou é agora, ou nunca mais.”
E foi aí que ela tomou a decisão de verdade.
Fazer do jeito certo
Uma coisa que eu admiro muito nela foi a forma como ela conduziu tudo.
Nada de fazer escondido ou sem orientação.
Ela buscou:
Porque muita gente acaba fazendo tudo por conta própria — e isso pode ser extremamente perigoso.
A Éricka fez questão de fazer tudo com responsabilidade.
Um processo intenso e cheio de desafios
E gente… não pensem que foi fácil.
Em cerca de dois anos e meio, ela passou por mais de 10 cirurgias. Isso mesmo.
Era praticamente uma cirurgia a cada poucos meses, respeitando o tempo do corpo.
Além disso, tem toda a questão hormonal, que mexe com absolutamente tudo:
É um processo que exige preparo físico e, principalmente, psicológico.
A realidade que ninguém vê
O pós-operatório é pesado.
Dor, limitações, medicações fortes, recuperação lenta… e uma rotina que exige disciplina total.
Não é glamour.
Não é simples.
Não é rápido.
Mas mesmo assim, sabe o que ela disse no podcast?
Ela faria tudo de novo.
A única coisa que ela mudaria seria ter começado antes.
Transição não é sobre os outros
E aqui vem uma das partes mais importantes dessa história.
A Éricka deixou muito claro que a transição dela não foi por homem, não foi por relacionamento, não foi por aceitação externa.
Foi por ela.
Ela disse algo que ficou na minha cabeça:
“Só de me olhar no espelho e me ver como mulher… isso já me completa.”
E é isso.
Não é sobre agradar ninguém.
É sobre se reconhecer.
Cada pessoa vive de um jeito
Outra coisa muito importante: não existe um padrão.
Cada pessoa trans vive sua transição de uma forma:
E está tudo certo.
Porque a disforia, a dor e a necessidade são individuais.
Coragem também é saber quem você é
Uma coisa que eu admiro muito na Éricka é que, apesar de toda a transformação, ela não perdeu a essência.
Ela continua sendo a mesma pessoa:
E isso diz muito.
Porque não é sobre virar “outra pessoa”.
É sobre finalmente ser quem você sempre foi.
Um recado que vale pra todo mundo
Se tem uma coisa que essa história ensina, é isso:
Faça por você.
Não viva para agradar os outros.
Não dependa da validação de ninguém.
E principalmente:
antes de amar alguém, você precisa se amar.
Porque no final, é você com você.
E o que nós devemos aprender com tudo isso?
A história da Éricka nos faz refletir muito.
Sobre coragem.
Sobre identidade.
Sobre liberdade.
E me mostrou que viver uma vida que não é sua… custa caro demais.
Hoje, eu olho pra ela e vejo uma mulher realizada, feliz e em paz com quem é.
E isso, meus amores… não tem preço.
Acesse agora o episódio completo do PodLiberal
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